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Sinais de que a precificação da sua locadora está fora de controle (e como identificar isso a tempo)

Em uma locadora de veículos, precificação não é apenas um número, é o sistema que controla a saúde financeira, o risco operacional, a capacidade de crescimento e a competitividade do negócio. Quando a precificação está fora de controle, o problema não aparece imediatamente — ele surge como:

  • margem apertada,

  • caixa pressionado,

  • aumento de inadimplência,

  • perda de competitividade,

  • contratos ruins,

  • erros recorrentes,

  • decisões demoradas,

  • e, em muitos casos, prejuízo oculto.

A dificuldade é que os sinais começam pequenos, quase imperceptíveis no dia a dia, até que se tornam um problema grande demais para ignorar.

Hoje, vamos mapear os principais sinais — técnicos, estratégicos e financeiros — que indicam que a precificação da sua locadora saiu do controle e precisa ser corrigida imediatamente.


1. O time comercial trabalha no “feeling” e não com critérios objetivos na precificação da sua locadora

Quando cada vendedor constrói sua própria lógica de preço, a empresa perde:

  • padronização,

  • previsibilidade,

  • controle de margem,

  • clareza estratégica.

O sintoma mais claro é: duas propostas para o mesmo contrato não saem iguais.

Isso evidencia que a precificação está sendo feita com base em:

  • percepção pessoal,

  • “achismo”,

  • referências soltas,

  • comparação com concorrentes,

  • feeling do vendedor.

E feeling não paga IPVA, manutenção, financiamento ou risco.


2. A margem final nunca é a mesma da proposta inicial

Este é um dos sinais mais perigosos.

Se a margem prevista nunca bate com a margem realizada, significa que:

  • custos foram mal estimados,

  • risco não foi modelado,

  • assinaturas de contrato estão desalinhadas,

  • variáveis ocultas não foram consideradas,

  • ou o cálculo está errado.

Aqui nasce um problema estrutural: a locadora cresce, mas o lucro não cresce junto.


3. A empresa está sempre revisando preço por causa da concorrência

Quando a precificação é guiada pelo preço do concorrente, a locadora perde:

  • autoridade,

  • posicionamento,

  • estratégia,

  • diferenciação,

  • margem.

Esse é o primeiro estágio antes de cair na guerra de preço, onde todos perdem — inclusive quem vence.

Locadoras saudáveis não copiam preço, constroem preço.


4. Não existe política clara de margem mínima, desconto e aprovação

Se cada vendedor tem autonomia total para dar desconto, a precificação está fora de controle.

Sinais internos:

  • descontos diferentes para contratos iguais,

  • concessões não justificadas,

  • estrutura comercial desalinhada,

  • perda de margem sem acompanhamento.

Sem política de:

  • margem mínima,

  • teto de desconto,

  • aprovação escalonada,

a empresa literalmente entrega dinheiro ao cliente sem perceber.


5. O time não confia na planilha (ou usa várias planilhas diferentes)

Esse é um dos cenários mais comuns. Planilhas diferentes geram:

  • versões inconsistentes,

  • erros humanos,

  • fórmulas quebradas,

  • cálculos incompletos,

  • valores divergentes,

  • perda de governança,

  • decisões inseguras.

Se o time usa “a planilha do fulano”, a precificação não é institucional — é individual.


6. A precificação não considera risco, inadimplência, uso, perfil ou capital

Precificação sem variáveis críticas é precificação incompleta.

As locadoras que precificam sem considerar:

  • risco de inadimplência,

  • tipo de aplicação,

  • curva de manutenção,

  • custo financeiro,

  • necessidade de capital de giro,

  • residual específico por modelo,

estão tomando risco sem remuneração — o maior erro técnico da indústria.


7. Não existe integração entre precificação e operação

Se a operação considera um custo e a precificação considera outro, o contrato nasce errado. Sinais comuns:

  • manutenção custa mais do que o previsto,

  • residual real não bate com o previsto,

  • cliente usa veículo de forma diferente do esperado.

Quando precificação e operação não conversam, o modelo financeiro perde precisão.


8. O fluxo de caixa está constantemente apertado

Se a locadora vive:

  • de antecipação,

  • de cheque especial,

  • de renegociação bancária,

  • de atraso de fornecedores,

  • de giro permanente,

não é operação: é precificação errada.

Um contrato mal precificado consome caixa todos os meses — mesmo parecendo lucrativo na tabela.


9. A empresa cresce em número de clientes, mas não cresce em lucro

Esse é o sinal definitivo de que a precificação está fora de controle. Quando o faturamento cresce, e o lucro não cresce junto, significa:

  • preços muito baixos,

  • margens insuficientes,

  • variáveis ignoradas,

  • política comercial desalinhada,

  • risco maior que a receita,

  • custo per capita não diluído.

Crescer com precificação fraca é pior do que não crescer.


Quando a precificação está desgovernada, a locadora:

  • perde dinheiro,

  • assume riscos excessivos,

  • atrai clientes tóxicos,

  • opera com caixa tensionado,

  • e compromete seu futuro financeiro.

Mas locadoras que recuperam o controle da precificação:

  • aumentam margem,

  • ganham previsibilidade,

  • profissionalizam a operação,

  • fortalecem o posicionamento,

  • aceleram o crescimento com segurança.

A precificação não é um setor — é o coração financeiro da empresa.


O LocPrice foi desenvolvido exatamente para devolver controle total às locadoras. Com ele, sua empresa passa a ter:

  • precificação padronizada,

  • margem mínima,

  • política de aprovação,

  • cálculos automáticos,

  • integração com operação,

  • simulação de risco,

  • controle de fluxo financeiro,

  • projeção de residual,

  • consistência técnica.

Se a precificação é o coração da locadora, o LocPrice é o sistema circulatório que mantém tudo funcionando com precisão.

 
 
 

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